Se os pais fossem perfeitos, se a mãe fosse a ideal!

 

Um dos processos de desenvolvimento pessoal e profissional, baseado na filosofia da Constelação Familiar, e também em muitos processos que acompanho no dia a dia do consultório, é: aceitar, perdoar e ou reconciliar com os pais.

 

Eu ousaria dizer que grande parte dos conflitos, seja em qualquer área da vida, diminuiriam em até 90%, se cada um de nós
estivéssemos em paz com nossos pais, e quando falo estar em paz, falo de não cobrar nada, não achar que algo faltou, não criticar, não reclamar, não julgar…
Cobramos de nossos pais a perfeição, e esquecemos que eles são humanos, como todo e qualquer ser humano da face da terra.
Sempre conto uma historinha sobre como construímos uma listinha de pais bons/perfeitos:
Quando vamos para a escola, ou qualquer outro lugar de socialização, observamos os pais dos colegas fazendo algo, como
por exemplo, um pai buscando o filho na escola, e colocamos na lista de pai bom: Pai bom é aquele que busca filho na escola, logo depois observamos outro pai dando um beijo e um abraço no filho, e adicionamos na nossa listinha: Pai bom é aquele que beija e abraça o filho, e assim vamos preenchendo essa lista, com vários comportamentos e características de diversos pais e mães;
porém não sabemos mas nada daqueles pais, como eles são em casa por exemplo, e só pegamos o lado bom que vimos.
Logo depois, pegamos essa listinha, que preenchemos com várias atitudes de pais diferentes, e comparamos com o jeito de
ser de nossos pais, e então nos deparamos com algumas atitudes e características que nossos pais não tem (de acordo com a nossa lista). E então, começa os julgamentos e cobranças.
E todos nós temos essa lista, de uma forma ou de outra, construímos essa lista no decorrer de nossas vidas. E comparar essa lista com nossos pais reais é muita injustiça.
Cada um nós temos os pais ideias! Os melhores!
A psicoterapia pode ajudar a entender a relação que temos com nossos pais, a melhorar e ou mudar nossa postura diante de cada um deles, a amá-los como eles são, ou respeitá-los, a entender a história, o papel e a função de cada um como pai e mãe. A nós colocar no lugar de filhos, e consequentemente, melhorar muitas de nossas relações na vida.
Qual a sua listinha? O que ainda está cobrando de seus pais? Acha que faltou algo? Ou que eles fizeram algo de errado?
Vamos fazer uma brincadeira sistêmica?
Uma brincadeira como honra e reconhecimento que nossos pais são os certos e os melhores para cada um de nós.
>> Escreva nos comentários: Eu sou, (SEU NOME), filha(o) de (NOME DO SEU PAPAI E MAMÃE), e eles são os pais certos pra mim. <<
Entre em contato comigo através do link a seguir: http://bit.ly/tatianemedeiros
Tatiane Medeiros Cunha – Psicóloga CRP 04/33971

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