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Educação Emocional em Tempos de Pandemia

By 28 de agosto de 2020Sem categoria
Educação Emocional tem sido cada vez mais falado. Mas, o que é? Como alcançar a Inteligência Emocional e ter relacionamentos mais saudáveis? São perguntas muito comuns que escuto e mais ainda por agora em tempos de pandemia. Te conto que cada vez mais as pessoas têm buscado conhecer a Análise Transacional para alcançar o objetivo de ter Inteligência Emocional. E a Análise Transacional traz vários conceitos -trazidos por Eric Berne (Criador da AT)- que permitem inúmeras aplicabilidades. Separei esse post especial para te explicar um pouco mais sobre Educação emocional em tempos de Pandemia.

Análise Transacional

Desde cedo, nós somos capazes de nominar as emoções e sentimentos do nosso corpo, como confusão, falta de entendimento e muito mais. Porém, durante nossa caminhada, aprendemos equívocos sobre as nossas emoções. A médica e didata em Análise Transacional, Jane Costa, durante uma live ressaltou bem o que acontece. “Somos ‘ensinados’ que demonstrar algumas emoções atrapalham, e assim, vamos ‘abafando’ estas questões” – comentou. Eu explico: nós somos seres em movimento, insatisfeitos e que sempre estamos buscando algo. Sentimos fome, sono, necessidade de contato, e assim por diante. As emoções nos movem e são forças neste sentido. A primeira relação das pessoas adultas com o mundo emocional é com nós mesmos. Com isso, precisamos entender como os sentimentos devem ser acolhidos internamente e utilizados externamente.

Emoções e a Pandemia

Diante da pandemia, as pessoas têm trazido o termo “estar ansiosa” com muita frequência. Mas na verdade, se trata de um termo em que as pessoas estão acostumadas a utilizar e assim, impede-se de saber qual é a emoção que está falando ali. Se é medo, alegria, amor, tristeza ou raiva. Que são as 5 emoções básicas que a Análise Transacional aponta.
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Pandemia e segurança

Para Jane Costa, a pandemia rompeu a ilusão de segurança e estabilidade de tudo. Além também, de ter colocado em cheque os “automatismos” do dia a dia e as ações inconscientes. Para lidar com tais situações, é importante fazer o contato. Às vezes, não é possível conhecer o caminho, ou então o conhecemos, mas estamos apreensivos. “Vários pacientes têm vivido a pandemia como um stand by (em espera), e isso traz ansiendade, esperando que a vida volte ao normal, trazendo uma pré-ocupação” – traz Jane Costa. Quando tornamos possível uma análise do sentimento, devemos passar a aceitá-lo, mesmo que seja algo secreto. Todas as vezes que “empacotamos” as emoções, deixamos de aceitar que elas irão nos conduzir a um movimento interno – o que seria algo positivo. “Esta situação que estamos vivendo nos solicita uma análise interna de ‘o que estamos sentindo agora’. Porque é que quando eu faço conexão com o que eu estou sentindo. O que eu posso optar por fazer algo que aquele sentimento está me contando. Pode ser o contato comigo, com o outro, conversar sobre alguma situação, compreender o que se passa com o outro, e muito mais” – reforça Jane.

Dicas para Educação Emocional

É preciso dar conta dos nossos sentimentos e do “recado” de transformação diante de nossas emoções. Para Jane Costa, devemos parar por 5 minutos enquanto damos conta da nossa respiração. Isso porque, quando sente raiva e o sentimento é congelado. Há um acúmulo que pode causar o caos e em algum momento acaba por “explodir”. Isso porque, congelamos sentimentos por muito tempo, a tendência é que eles venham em forma de explosão, misturando o dentro e o de fora. Nós não descrevemos o que estamos constatamos, mas partimos para a explosão – o que chamamos de sentimentos aprendidos dentro da Análise Transacional. Gostou do conteúdo? Fala comigo no instagram.

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