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Emoções

Foi uma explosão de sentimentos – sobre a tragédia de Goiânia.

By | Emoções, Pais e Filhos, Tatiane Medeiros | No Comments

Hoje quero falar com você pai e mãe de adolescente, e chamar sua atenção para o que aconteceu em Goiânia, mas chamar a atenção como uma forma de aprendizado. O que será que todo esse acontecimento pode nos ensinar? Afinal, acredito que qualquer adolescente pode ser protagonista de uma historia parecida, tanto como o garoto que atirou, quanto os que receberam os tiros… Gostaria de ressaltar que não chamo nem um, e nem outro de vitima e ou agressor, até porque não sabemos onde tudo começou. E minha primeira aprendizagem com tudo isso é dar conta de não julgar nenhuma das pessoas envolvidas nessa historia, pois aprendi que se eu estivesse na vida de qualquer um dessas pessoas, eu faria…

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A ditadura da felicidade e o direito de ficar triste

By | Emoções | No Comments

Se você estiver numa roda de amigos e começa a falar de algum problema seu, logo cada um de seus colegas começará a falar dos problemas pessoais tentando mostrar como o problema deles é maior ou tão ruim quanto o seu. É possível também que eles comecem a discursar sobre como você está reclamando por pouco e precisa parar de sofrer. Essa competitividade por tragédias acontece especialmente quando o assunto é doença: se uma pessoa reclama que a gripe está forte demais, logo chegará alguém para dizer que aquilo não é sofrimento, porque “sofre mesmo quem tem câncer”. Pensando nessa competição do dia-a-dia, as pessoas também têm se esforçado para mostrar que a modernidade trouxe facilidades e que nossos sofrimentos…

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Raivas são tristezas

By | Autoconhecimento, Emoções, Poesia e Textos | No Comments

Era uma vez um peixinho chamado Brasinha. Vivia num mar distante, não muito grande, mas cheinho de peixes. Morava com seus pais. Papai-peixe e mamãe-peixe eram bastante severos. Não se sabe porque eles o impediam de fazer uma porção de coisas. Talvez com medo de que se machucasse ou se perdesse. Eles não lhe explicaram isso claramente, pois os pais-peixe não falam muito. Não é à toa que se diz, às vezes: “Mudo como um peixe”. Brasinha era repreendido por nadar, brincar, fazer barulho com a boca. Logo, passou a achar que não fazia nunca o que era preciso. Muitas vezes, se perguntava se seus pais eram mesmo “pais verdadeiros”, de tanto que os achava severos, e foi se tornando…

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